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Eu amo chita!

Um cachepot de MDF sem graça fica lindo se você encapá-lo com um lindo tecido de chita!

Esse aqui euzinha que fiz, pena que não tirei uma foto de como era antes… mas deixa pra próxima, já tenho várias ideias de objetos para encapar. Meu marido que o diga… quando viu o vasinho encapado soltou essa pérola: ” tô vendo que essa casa daqui uns dias vai parecer a casa do Lampião”…. Kkkkkk.

Do Lampião eu não sei, mas da Maria Bonita com certeza!

:)

 

Pense numa loja de roupas femininas fofinha, com roupas fofinhas e descoladas e uma decoração que é de uma delicadeza só… essa é a Equilíbrio Modas, loja da Tânia Rodrigues, uma amiga queridíssima de longa data. Dez anos depois nos reencontramos morando no mesmo bairro, olha o destino aí!

É claro que eu não resisti e comprei um vestidinho florido lindo que estava piscando pra mim, e de quebra ganhei uma personal stylist que entende tudo de moda :)

A loja ainda não tem site na internet, mas isso é por pouco tempo, né amiga?!

Tirei uma foto do vestido que comprei, mas ele é mais lindo ainda ao vivo.

Tânia querida, adorei nosso reencontro e agora a gente precisa marcar um jantarzinho, né? Bjkssss

 

Equilíbrio Modas

Av. São Lucas, 25 – Pq. São Lucas – São Paulo

 

Se te contassem essa história, você acreditaria?

Você vai a uma loja de móveis, depois de ter ido há zilhões delas para comprar um móvel (neste caso, um buffet), daqueles que servem como aparador também. Porém, o móvel em exposição na loja tem 1,80 centímetros de comprimento, e você precisa de um sob-medida com 1,40 cm.

Aí você pergunta: é possível?

Vendedora responde: claaaaaaro que sim!

Okay!

Prazo de entrega 15 dias (corridos).  Ótimo!

Na data prevista a loja entrega, o montador monta, e a surpresa: o móvel tem 1,80 cm.

Você liga na loja e reclama, o gerente pede desculpas e agenda a retirada e te tranquiliza: o móvel correto será entregue na semana seguinte sem falta. Continuar Lendo »

A estrada da vida é uma reta marcada de encruzilhadas.

Caminhos certos e errados, encontros e desencontros

do começo ao fim.

Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

(Cora Coralina – do livro Vintém de cobre).

Confesso que as relações humanas sempre me intrigaram e até hoje me intrigam. E toda a sorte de sentimentos que envolvem estes relacionamentos, como amor, paixão, ódio, raiva, tristeza, apego, inveja, desprezo…e tantos outros.

E por gostar tanto desse assunto, eu tenho o enorme prazer em divulgar a palestra Conflitos de Relacionamento, que será realizada pela psicanalista Ana Nakano, no próximo dia 16/10 com vagas limitadas.

Faça já sua inscrição! ;)

Contagianteee!!!

Este desenho da Mafalda define claramente minha relação com as segundas-feiras.

Que puxa!

Hoje a Bienal do Livro de São Paulo abre suas portas para o público em geral, e eu já estou com a minha listinha pronta, quem sabe eu encontre umas promoções bacaninhas naquele mundaréu de livros.

Além dos livros, também me interessam nesta edição da Bienal  a homenagem à Clarice Lispector e as novidades dos livros digitais lá no Espaço Digital Submarino.

A Clarice por ela mesma, e pelas questões da alma feminina que faz parte de sua literatura. E dos tais e-books por pura curiosidade mesmo. Fico aqui pensando, será mesmo que em breve o livro de papel vai acabar?  Será? Eu tenho minhas dúvidas!

Dê uma olhada na programação cultural da feira aqui.

E aí povo, se animaram? Estou a procura de companhia ;)

21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Quando: de 12 a 22 de agosto
Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana)
Quanto: entrada inteira R$ 10,00 e meia-entrada R$ 5,00

Viva Frida!

José Saramago

Depois de ler Ensaio sobre a cegueira, há mais ou menos uns dois anos, a minha visão (literalmente falando) nunca mais foi a mesma. O impacto foi tão grande que vez ou outra quando estou parada em um farol vermelho, fico imaginando a agonia de ficar cega de uma hora pra outra.

Logo depois comecei a ler As intermitências da morte, que só pelo título já me deixou curiosa…mas não terminei. Penso agora ser um bom momento de voltar à essa leitura de um escritor que vai deixar saudades!

Aproveito para compartilhar com vocês um texto sobre o Saramago que acessei lá no Blog da Flip 2010.

Boa leitura! ;)

Um Saramago hormonal – Blog da Flip

A morte de Saramago pegou-nos de surpresa. Apesar da idade e dos problemas de saúde, parecia inquebrável, tal sua verve, entusiasmo e firmeza. No blog da Companhia das Letras, Chico Buarque afirma, em parte por todos nós: “Perco um grande amigo. Perdemos todos um ser humano admirável, um escritor imenso, zelador apaixonado da língua portuguesa.”

A jornalista portuguesa Vanessa Rodrigues, correspondente em São Paulo da rádio portuguesa TSF,  escreveu um emocionante texto sobre o escritor, o qual publicamos, com exclusividade. Vanessa, que esteve na Flip em 2006, pelo Público, e em 2008 e 2009 pelo Diário de Notícias, ambos jornais portugueses, conheceu Saramago pessoalmente e leu todos os seus livros – O Ensaio sobre a Cegueira, A Caverna, o Ano da morte de Ricardo Reis e Caim são seus favoritos. Chama-o de ” mestre literário deste meu Português salgado”.  E diz que  por causa dele, acredita “que a escrita é a melhor das terapias para tornarmos a vida um pouco mais suportável.”

Ensaio sobre a traição; um Saramago hormonal, em estado de excepção
Por Vanessa Rodrigues

Vi-o duas vezes, mas cheguei a viver a vida dele, mais do que gostaria, sempre num estado de excepção. Trai-o, tantas vezes! E ele a mim. Nunca soubemos bem da vida um do outro (e ele nem sempre me fazia bem), porque ele era isso: um estado de excepção, a subverter regras, imposições, valores. E isso incomodava-me. Mexia comigo. E nós não gostamos que mexam connosco.

Depois, ele encafuava-me numa gruta, para que pudesse ouvir o eco da minha voz, o bafo de mim e os sentidos. Ele queria que eu percebesse que para respirar, é melhor estar sozinho. E lê-lo é essa solidão connosco, estando nele. Por isso, ele tinha a vida na ponta dos dedos sem medo de ser, acto contínuo.

Era um homem sem parágrafos porque a vida é escorreita. Deixava-me num deserto. Ele atirava-me sempre para um deserto. E a respiração ofegava-me perto dele. Era hormonal. Tudo nele era hormonal, por isso me apertava sempre o peito quando ele estava por perto, nem que fosse só um pedaço dele nas estantes do meu quarto. Sabia que se pegasse nele, se  lhe folheasse a vida, não poderia voltar atrás. Continuar Lendo »

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